A viabilização do restaurante popular em Juiz de Fora continua na pauta dos movimentos populares. Em reunião ontem (02/07) dos agentes do meio ambiente (catadores de papel) e entidades de apoio ao segmento, a representante do Conselho Municipal de Segurança Alimentar (Comsea), Bettina Koyro, anunciou a realização de dois atos em defesa da obra. No dia 11 de julho, sábado, os manifestantes se reúnem no Calçadão da Rua Halfeld, com som, faixas e distribuição de panfletos. No dia 12, domingo, eles estarão na feira da Avenida Brasil a partir das 9h. Os trabalhadores e catadores de papel, que devem se tornar os principais usuários do restaurante, foram convocados para a manifestação.
O prefeito Custódio Mattos e o diretor do Demlurb, Aristóteles Faria, renovaram o contrato que vai possibilitar a continuidade da seção da Usina de Lixo de Santa Cruz aos trabalhadores por mais 180 dias. Por outro lado, a categoria aguarda a manifestação da UFJF sobre a permissão formal de uso de parte do terreno do Terreirão do Samba para a triagem.
Os catadores também estão empenhados na formação da rede solidária na Zona da Mata. O assunto foi discutido no Encontro de Catadores de Materiais Recicláveis de Juiz de Fora, no último final de semana, com a participação de representantes da Ascajuf, Apares e Catanorte e de outras cidades mineiras como Cataguases, Betim e até Resende e Volta Redonda, no Rio de Janeiro.
Colaborador: Kelly Diniz - Da redação