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Amigos Solidários

Buscando desempenhar o papel de responsabilidade social, nosso Portal abre espaço à divulgação de instituições que apresentam um trabalho social e humanitário de destaque em nossa cidade e região.


Instituição do Mês de Setembro: Associação dos Cegos de Juiz de Fora

02/09/2009 Associação

A Associação dos Cegos de Juiz de Fora foi fundada em 05 de outubro de 1939, com sede na Avenida dos Andradas, 455, no Centro da cidade, onde permanece até hoje. A instituição foi criada por um deficiente visual, Sr. Luiz de Freitas e sua esposa. Residentes no Rio de Janeiro, vieram à Juiz de Fora com a intenção de fundar uma “Associação” para prestar assistência ao cego idoso e carente.
Vencendo dificuldades financeiras, a primeira diretoria da Associação adquiriu uma pequena casa. Depois de inúmeras alterações e aquisições de terrenos vizinhos, a casa foi ampliada, constituindo um patrimônio formado por dois prédios, um com quatro e o outro com seis andares, além de uma área de lazer. Com a ampliação da casa, foi ampliada também a assistência aos cegos, sendo admitidos deficientes de todas as faixas etárias. O trabalho de prevenção da cegueira, tão importante quanto a assistência ao deficiente, também recebeu destaque.

ATIVIDADES

A Associação oferece várias atividades de integração do cego com a sociedade. Alguns departamentos da Instituição:

Departamento Aprender para Ser – Projeto de Estudos no qual oferece educação e, consequentemente, qualificação para os assistidos da Entidade. O projeto dá total apoio técnico-pedagógico aos deficientes para que acompanhem a turma. Todo o material utilizado em sala de aula é adaptado pelas impressoras Braille da Entidade.

Artesanato - O artesanato tem alcançado resultados importantes junto aos cegos, pois as atividades desse departamento, além de desenvolver o tato, é uma excelente terapia ocupacional. Não obstante o bem que faz psicologicamente aos deficientes, o artesanato se tornou uma fonte de recursos para eles, pois as peças produzidas são vendidas na Secretaria da Entidade e expostas em feiras de artesanato.

O Departamento de Atividades de Vida Diária (AVD) prepara o deficiente visual para realizar as atividades rotineiras. Os cegos recebem treinamento e são capacitados para desenvolver, de forma independente, os cuidados com a casa, cozinha, crianças, roupas. Cuidados essenciais relacionados à higiene pessoal como uso de absorvente, barbeação, escovação de dentes, banho e cuidados pessoais como nó na gravata, engraxe de sapatos, entre outros. O AVD é um espaço, que simula uma casa: quarto, sala, cozinha e banheiro.

O Departamento de Braille é responsável por ensinar o método de escrita utilizado pelos cegos. A instituição possui uma biblioteca que é aberta aos deficientes. Ela possui vários livros escritos em Braille, tanto didáticos quanto literários.
No Centro Cirúrgico da Associação são realizados procedimentos exclusivamente oftalmológicos, o que reduz, em larga escala, o risco de infecção hospitalar. Há também um Centro de referência – glaucoma. Essa conquista é fruto do trabalho desenvolvido com vistas à Prevenção da Cegueira e da necessidade de preencher uma lacuna no atendimento aos pacientes com Glaucoma, doença responsável pelo maior número de cegueira irreversível diagnosticadas no mundo.
A Associação dos Cegos existe não somente para prestar assistência ao deficiente visual, mas também para impedir que outras pessoas fiquem privadas do dom de enxergar. Como parte do trabalho de Prevenção da Cegueira,  foi criada a “Clínica Oftalmológica".

Na instituição, com o auxílio de programas específicos, os deficientes têm acesso à informatização. Os usuários utilizam o DOSVOX, sistema para microcomputadores que se comunica com o deficiente visual através de síntese de voz, conferindo ao cego maior independência, tanto em relação ao estudo, quanto em relação ao trabalho. 
O Internato foi o primeiro “departamento” da Associação. O projeto inicial do fundador era dar assistência ao deficiente visual, cuja família, ou não tinha condições de cuidar, ou abandonava, por diversas razões. Os deficientes assistidos recebem, além de moradia, alimentação, cuidados médicos, educação, lazer, esporte e diversos outros benefícios que contribuem para o desenvolvimento pessoal. Atualmente, a casa abriga 32 cegos, entre homens e mulheres.
O departamento locomoção e habilidade é responsável por facilitar a movimentação e a locomoção dos deficientes visuais, começando pelo espaço onde vivem.
Atendimentos de fonoaudiologia, psicologia e otorrinolaringologia também são oferecidos aos deficientes.
A assistência se tornou completa em janeiro de 1989 com a criação do DEPARTAMENTO ÓTICO devidamente montado para confeccionar óculos com alta precisão. Um dos objetivos é atender à população carente, que em grande parte das vezes, não têm condição de aviar as receitas prescritas, perdendo o prazo do exame médico.
A ótica é aberta ao público em geral para a geração de renda, responsável pela manutenção da doação de óculos.
A Associação dos Cegos desenvolve um importante trabalho junto aos assistidos, na prática de esportes e lazer. Os assistidos praticam Atletismo, Dança e Estimulação, Natação, Futebol de 5 e Goalball.


DOAÇÕES

Graças à colaboração de contribuintes leais, é possível afirmar que “EM JUIZ DE FORA CEGO NÃO PEDE ESMOLA”, slogan que acompanhou a história e a evolução da Associação dos Cegos durante todos esses anos.
Por isso, a instituição convida a todos para fazer uma visita e conhecer de perto o importante trabalho que é desenvolvido pela Associação, durante os 68 anos de funcionamento da entidade.
A Associação recebe todos os tipos de doações.

Associação dos Cegos
Juiz de Fora

Av. dos Andradas ,  455  -  Centro
36036-000 - Juiz de Fora -  MG
Telefone: (32) 2101-2469
Fax: (32) 2101-2467
www.acegosjf.com.br

Colaboradora: Kelly Diniz

 


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Instituição do mês de Agosto: Instituto Maria

01/08/2009

O Instituto Maria existe a 65 anos na Rua São Mateus, número 1002, atendendo crianças da região. Quando fundado pelo Senhor Orvile Derby Dutra e sua esposa a Senhora Aracy de Oliveira Dutra, o instituto funcionava como internato, dando abrigo a meninas de 0 a 21 anos, e meninos de 0 a 4 anos. Mas com o passar dos anos esse tipo de instituição não se encaixava mais na sociedade, então o internato veio a se transformar em uma creche/escola.

As duas filhas do casal, a presidente Sra. Rakel Derby Dutra e a vice-presidente Vânia Derby Dutra, hoje comandam a instituição que presta assistência a 120 crianças, principalmente vindas dos bairros próximos: Dom Bosco, Santa Cecília e Teixeiras.

Em convênio com a Universidade Federal de Juiz de Fora, o Instituto Maria oferece as crianças atendidas acompanhamento médico e odontológico. E isto, sem sair das dependências, já que este conta com 2 consultórios médicos, e um moderno consultório de odontologia.  

MÉTODO DE ENSINO

As crianças são tratadas com muito carinho e atenção, divididas em classes de aproximadamente 25 crianças, onde cada uma das salas conta com 3 professoras. Nestas classes elas aprendem através do Sistema Montessori, “aprender fazendo”. A médica italiana Maria Montessori, que morreu em 1952, criou o sistema no qual a educação da vontade e da atenção, a criança tem liberdade de escolher o material a ser utilizado, alem de proporcionar a cooperação entre elas.

Há cinco anos o sistema foi adotado na creche/escola, o Instituto Maria financiou a viagem de sua pedagoga e professoras para se aperfeiçoarem. As salas são equipadas com objetos e instrumentos da vida cotidiana, mas em tamanhos reduzidos, o que facilita a utilização por parte das crianças.

Ao chegarem ao Instituto Maria diariamente às crianças recebem café da manhã, são encaminhadas para as salas para atividades dirigidas, mais tarde fazem um lanche, depois realizam mais algumas atividades, que são seguidas do almoço.

                                                                                 

 

DIA A DIA

O Instituto Maria busca em trabalho a sua fonte de renda, para manter o atendimento as crianças, para isso, conta com um restaurante, um estacionamento e um guarda-móveis. O restaurante funciona nas dependências da instituição, com uma cozinha industrial e agradável local para se almoçar, a refeição é servida diariamente.  O estacionamento nas proximidades ajuda bastante no orçamento. E o guarda móveis oferece o espaço para quem precisa se mudar, ou viajar, e não tem lugar para acomodar o seu mobiliário.

 

 

 

 

DOAÇÕES

Diariamente são gastos aproximadamente 30 litros de leite, um total de 150 litros por semana. Por isso, o produto que é tão necessário para a boa alimentação das crianças é mais necessitado na instituição. Os interessados em ser tornar voluntários, ou fazer doações devem comparecer no endereço do instituto, ou fazer doações através da conta:

Agência: 0024-8 Conta 6297-9 – Banco do Brasil

 

 

Instituto Maria

Rua São Mateus, 1002 – São Mateus – Juiz de Fora

Telefone: (32)3232-2090

www.institutomaria.org

 

Colaborador: Cristiano Castro - da redação

 


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Instituição do Mês de Julho: Instituto Bruno

01/07/2009 Instituto Bruno

O Instituto Bruno é uma entidade civil, de caráter filantrópico, sem fins lucrativos. Voltado para assistência de pessoas com deficiência visual e auditivas, e também para pessoas com paralisia cerebral. O objetivo é oferecer atendimentos gratuitos que contribuam para o melhor estar, e melhorias no convívio social.

No instituto, são oferecidos tratamentos com: fonoaudiólogos, fisioterapeutas, neurologistas, oftalmologista, otorrinolaringologista, ortopedista, pedagogos, professores e acompanhamento de assistência social. Também quando necessário, o instituto encaminha para exames laboratoriais.

HISTÓRIA

Fundado no ano de 2000, por iniciativa dos pais, familiares e amigos do garoto Bruno, que nasceu com deficiência múltipla e surdocego. Como precisava de atendimentos e não havia um local com tal estrutura em Juiz de Fora, os envolvidos buscaram apoio, e conseguiram erguer a instituição, a única com este perfil em todo o estado.

Hoje, são duas sedes em Juiz de Fora, uma na Rua Paula Lima, 243, onde é prestado o atendimento nas áreas de reabilitação, oficinas pedagógicas e pré-profissionalizantes para adultos, e a outra na Rua Capitão Arnaldo, 71, onde funcionam os setores clínico, educacional, e de esporte e cultura, com atividades como aula de dança, de música e recreação.

ATENDIMENTO

Este ano, estão sendo atendidas no momento 62 pessoas, além disso, a instituição de filantropia presta gratuitamente assistência para 30 outras pessoas, com doação de cadeiras de rodas, cestas básicas e outros benefícios. Na fila de espera para o atendimento estão 78 pessoas. Por isso, são de extrema importância as doações e ajuda de voluntários.

O voluntário pode atuar em áreas como: saúde, educação, artesanato, costura, informática, esporte e lazer, e também em atividades de apoio técnico e administrativo. O interessado em desempenhar esse bonito papel social, deve entrar em contato pelo telefone (32) 2102-4300, ou comparecer a uma das reuniões de voluntários,  que acontecem todas as terças-feiras, às 18 e 30h, na unidade da Rua Paula Lima, no bairro Jardim Glória.

FAÇA SUA DOAÇÃO
Ligue para 32 2102-4334, Autorize o débito automático ou Deposite
Caixa Econômica Federal - Ag: 3065 - Conta Poupança: 1338-7

Instituto Bruno

Unidade I: Rua Paula Lima, 243 – Jardim Glória

Unidade II: Rua Capitão Arnaldo, 71 – Jardim Glória

Telefone: (32) 2102-4334

www.institutobruno.org.br

institutobruno@veloxmail.com.br

 

  Colaborador: Cristiano Castro - da redação


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Thayene Vianna - 16/11/2009

uma ação de amor :)

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Instituição do Mês de Junho: Centro de Acolhimento a Infância e Adolescência

01/06/2009

Há exatamente 8 anos, o CAIA atende crianças e adolescentes, de 0 a 18 anos, em situação de risco social e desvios de comportamento. A ONG presta atendimento individualizado e em grupo, através de oficinas e atendimentos clínicos.

As 240 crianças que recebem atendimento têm a sua disposição uma ampla estrutura com salas para música, desenhos, modelagens e outras formas de arte. A musicoterapia coloca as crianças em contato com instrumentos e até com profissionais da música, que fazem seus ensaios na sala, junto às crianças em tratamento. O atendimento fonoaudiólogo é feito em cima da articulação da linguagem e no tratamento à gagueira.   

A equipe do CAIA trabalha na reabilitação social das crianças. A família, muitas vezes é chamada para fazer parte, já que esta é essencial para o sucesso do tratamento. A reintegração é dividida em três partes principais: diagnóstico, prognóstico e tratamento.

Em muitos casos essas crianças são vítimas de maus tratos, negligência, abandono, violência e convívio com drogas. E no CAIA, recebem carinho de profissionais dedicados, que dão toda a atenção que essas crianças precisam. A equipe se reúne uma vez na semana para discutir os casos, e para juntos, avaliar e decidir o rumo do tratamento.

Para ser voluntário basta comparecer a sede da instituição. O CAIA recebe ainda doação de instrumentos musicais, para as oficinas de musicoterapia.                                                        

  

 

                                            Centro de Acolhimento a Infância e Adolescência

Rua Dr. Romualdo, 650 – Bairro São Mateus

Telefone: (32) 3216-3500

Colaborador: Cristiano Castro - da Redação


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Instituição do Mês de Maio: Fundação Ricardo Moysés Júnior

30/04/2009

A Fundação Ricardo Moysés Júnior atende a crianças e adolescentes portadoras de neoplasia (câncer) de Juiz de Fora e mais 120 cidades, incluindo algumas do estado do Rio de Janeiro. A instituição presta assistência no momento a cerca de 1700 pessoas entre pacientes em situação de vulnerabilidade social, e seus familiares.
Com um prédio bem estruturado a fundação desenvolve vários programas para o auxilio durante o tratamento da criança. O programa de hospedagem fornece quatro refeições diárias, inclui ainda roupa de cama e banho. Já para o transporte a FRMJ possui 3 Kombis e 1 Fiat Ducato. A musicoterapia (tratamento que utiliza a música, o som, o ritmo e o movimento) ajuda no equilíbrio físico, mental e emocional. Tratamentos odontológicos, e psicológicos também são prestados. A fundação distribui mensalmente aproximadamente 656 cestas para complementar da alimentação de seus assistidos.

HISTÓRIA

O trabalho para assistência de crianças e adolescentes carentes com câncer teve inicio quando o jovem Ricardo Moysés Júnior faleceu em 1994, devido à neoplasia. Os pais juntamente com o médico que os acompanhou durante o tratamento iniciaram o trabalho social. Assim em 31 de outubro de 1994, foi criada a Fundação de Apoio aos Portadores de Neoplasias Infantis Ricardo Moysés Júnior. Inicialmente a instituição filantrópica funcionava dentro do Hospital Dr. João Felício, passou por uma loja alugada no bairro Santos Anjos e um casarão cedido em comodato pela Santa Casa de Misericórdia antes de chegar à sede atual.
Apenas dois meses após a doação do terreno por parte da prefeitura, em julho de 2008, a sede própria com 60 leitos foi construída com a ajuda de empresários e da comunidade. Situada à Rua Francisco Vaz de Magalhães número 12 no bairro Cascatinha, o prédio atende crianças e acompanhantes com conforto.

RECURSOS PRÓPRIOS

Para ajudar na despesa dos tratamentos a instituição que não recebe verbas governamentais organiza eventos e conta também com atividades extras como o bazar da solidariedade, uma loja de conveniências, e um quiosque de artesanato, além do Centro Educacional Ricardo Moysés Júnior.

COMO AJUDAR

A FRMJ necessita do apoio da comunidade para continuar a atender as crianças de toda a região, para isso conta com voluntários, padrinhos e as doações. Para se tornar um voluntário basta comparecer a sede da fundação e passar por uma entrevista que o encaminhará para uma das áreas de interesse. Os padrinhos têm o compromisso de enviar presentes em três datas: Páscoa, Dia das Crianças e Natal.

DOAÇÕES

As doações podem ser feitas através de depósito bancários. Através de hora marcada a equipe da FRMJ fará uma visita para receber sua doação de roupas, calçados, gêneros alimentícios, material de higiene pessoal, de limpeza, brinquedos ou qualquer outro tipo de produto.

As contas para depósito são as seguintes:

BANCO DO BRASIL
AGÊNCIA 0024-8 - C/C 3.710-9

BRADESCO
AGÊNCIA 080-9 - C/C 109.109-3

*As pessoas que fazem doação através da conta telefônica receberão em breve um comunicado com outras opções para continuar ajudando, já que não será mais possível este tipo de transação.

 
Fundação Ricardo Moysés Júnior
Rua Rua Francisco Vaz de Magalhães, 12 – Cascatinha
http://www.ricardomoysesjr.org.br
Telefone: (32) 3229-0002

Colaborador: Cristiano Castro - da Redação

 

 


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